Testes realizados em Palmela mostram que a acumulação de erros para quem conduz e fala ao telemóvel é clara, concluindo que falar ao telemóvel prejudica em cerca de 25 por cento o desempenho ao volante.
Já os dados estatísticos da Direcção Geral de Viação acrescentam que a probabilidade de ocorrência de um acidente enquanto se conduz e se tenta, ao mesmo tempo, falar ao telemóvel é incrementada, em média, quatro vezes, podendo agravar-se seis vezes durante os primeiros minutos de conversação.
Para a DGV, os efeitos no condutor quando conversa ao telefone e conduz um automóvel podem ser comparados aos efeitos decorrentes de uma condução sob a influência de álcool.
Na prática o número que condutores que fala ao telemóvel enquanto conduz é impressionante.
Soluções?
Coimas mais pesadas?
Inibição de conduzir?
Quando muitos dos que conduzem já revelam sem se
distrairem ao telemóvel uma verdadeira falta de
inclinação para a condução, imagine-se o resultado provocado pela distracção.